No Religion - Round One

É tão nauseabundo, o cheiro exalado pelo cadáver deste defunto blog, que até a mim, portador de um sentido olfactivo resistente com fama regional, me começa a fazer fornicoques na glândula pituitária! E isso, meus senhores, é algo que não pode acontecer.

Posto isto, ando há que tempos a pensar escrever um post sobre uma página que li na Wikipédia, sobre um (também defunto) líder de uma certa religião fratricida (são todas), e, dependendo do resultado, poderei não me ficar por aí, no que a achincalhamentos religiosos diz respeito.


Dar largas à minha anti-religiosidade, vulgo, vincadíssimo, assanhadíssimo, incontornável ateísmo, é algo que pode, ou não, ser divertido de ler!

Caberá aos digníssimos leitores, o exercício, ou não, do direito de opinião acerca de tão interessantes escritos, em perspectiva. :D

Até breve.

Gorilossauros do Rock


Escrever um post sobre uma banda que no geral nunca me disse grande coisa, pese embora tenha alguns temas que adoro, era algo impensável para mim, até ouvir essa (nova) música que se encontra aí na sidebar. 

É que, fazer um som destes, depois de 50 anos de carreira, não deve estar ao alcance de muitos! Aliás duvido muito que volte a existir um caso assim na história da música. 

Pedregulhos rolantes, meus caros velhotes charrados e alcoólatras, tiro-vos o meu chapéu! 

Desculpa-se pela senilidade, todo o ridículo que envolve o título, a artwork e a promoção do novo álbum, que eu traduzo como um "epah andamos aqui há 50 anos, somos podres de ricos e já não temos nada a provar, podemos fazer o que nos apetecer e quem não gostar que se foda"... E a verdade é que nada disso interessa, quando o que realmente conta tem a mesma (ou ainda mais) qualidade de sempre!

Se for para continuar assim, venham mais, muitos mais!!!

Australopithecus Renascido



É como as putas das praxes. 

Serei eu o único a achar que tais rituais primitivos e desprovidos de todo e qualquer sentido/utilidade deveriam ser banidos para todo o sempre não só do espectro estudantil, como de toda e qualquer instituição e/ou local do mundo onde estes possam ser praticados?

Não, claro que não.

Como eu existe cada vez mais gente a abrir os olhos, e a encarar essas tristes desculpas para meia dúzia de idiotas empolarem os seus minúsculos egos, como sendo algo extremamente nocivo e gerador de inúmeros problemas, uns mais visíveis que outros.

Ainda esta semana foi uma miúda parar à UCI depois de uma dessas sessões de mediocridade, (pelos vistos está mais para lá do que para cá), mas, ainda que esse fosse um caso isolado (não é), não seria suficiente para gerar em mim tamanha sensação de revolta/repúdio.

O que mais me irrita são as desculpas esfarrapadas que os "doutores" (da mula russa) julgam serem absolutamente convincentes e inibidoras de contestação, pelo que as apresentam como justificação para a masturbação sensorial que lhes é proporcionada pelas belas das praxes.

Dudes, get real! Sempre que aparecem na TV aparentam ter trinta e tal anos, na maioria das vezes... Que é que caralho andam a fazer na universidade desde os 18??? SOIS BURROS QUE NEM PORTAS! Foda-se...

Parafraseando uma extraordinária expressão publicitária desse ícone do cinema português e mundial, Balas e Bolinhos III: Até fico paneleiro dos olhos!

Jovens, vão estudar, que é para isso que os vossos paizinhos se esfalfam a trabalhar todos os dias, muitas vezes deixando de comer para vos poderem proporcionar "educação superior".

Deixem-se de merdas, as praxes não servem para absolutamente nada, são uma prática vexatória de nível neandertal que em nada de positivo contribui para a vida de quem quer que seja.

Integração? Conhecer novos colegas? Divertir-se?

Faço tudo isso bem longe das praxes: Vou jantar com o pessoal, bebemos uns copos, conversamos, faço meia dúzia de palhaçadas, salto, rebolo, canto e danço! No final somos todos amigos, ninguém se magoou, ninguém se sentiu humilhado, toda a gente se divertiu e foi para casa satisfeita.

O resto? É paisagem.