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Luís Pedro Nunes e as Merd... err... Praxes



Quer-se-me parecer que já passou algum tempo desde a última vez que me pronunciei sobre este assunto, não?

A bem dizer, em qualquer país civilizado, isto nem sequer o seria (assunto). Mas como vivemos numa terra de mentecaptos, gente acomodada que só protesta quando está para morrer (aguentamos de tudo, ainda assim!), lá vai sendo, ano após ano, notícia, aqui e ali, sempre e quando, obviamente, corre mal, ou muito mal (Meco, pois, processo arquivado, claro, justiça tuga no seu melhor).

Ora felizmente que nem todos têm palas, como os burros, e de vez em quando surge uma ou outra voz que, de forma mais ou menos veemente, se insurge contra a tal prática, tão amada por neandertais mongolóides por esse país fora, e diz, sem papas na língua, aquilo que lhe vai na alma!

Luís Pedro Nunes, meu caro, entraste directamente na lista restrita de portugueses que admiro, os meus parabéns!!! ;)

As Praxes - Again!



Ora e que outro assunto me faria ressuscitar dos mortos este muy humilde espaço de pseudo comédia, senão as minhas queridas praxes???

Ah pois é. Não é a primeira, nem há-de ser a última vez que tal assunto pulula por aqui qual fada verde saltitante nos verdes prados depois de uma noite de copos!

Mas deixemos o paleio, e ouçamos (se já ouviram cliquem no "Play" novamente, vale a pena repetir) o que o meu irmão gémeo ideológico tem para dizer sobre o assunto. Eu limito-me, claro, a assinar por baixo!

Au revoir!

Australopithecus Renascido



É como as putas das praxes. 

Serei eu o único a achar que tais rituais primitivos e desprovidos de todo e qualquer sentido/utilidade deveriam ser banidos para todo o sempre não só do espectro estudantil, como de toda e qualquer instituição e/ou local do mundo onde estes possam ser praticados?

Não, claro que não.

Como eu existe cada vez mais gente a abrir os olhos, e a encarar essas tristes desculpas para meia dúzia de idiotas empolarem os seus minúsculos egos, como sendo algo extremamente nocivo e gerador de inúmeros problemas, uns mais visíveis que outros.

Ainda esta semana foi uma miúda parar à UCI depois de uma dessas sessões de mediocridade, (pelos vistos está mais para lá do que para cá), mas, ainda que esse fosse um caso isolado (não é), não seria suficiente para gerar em mim tamanha sensação de revolta/repúdio.

O que mais me irrita são as desculpas esfarrapadas que os "doutores" (da mula russa) julgam serem absolutamente convincentes e inibidoras de contestação, pelo que as apresentam como justificação para a masturbação sensorial que lhes é proporcionada pelas belas das praxes.

Dudes, get real! Sempre que aparecem na TV aparentam ter trinta e tal anos, na maioria das vezes... Que é que caralho andam a fazer na universidade desde os 18??? SOIS BURROS QUE NEM PORTAS! Foda-se...

Parafraseando uma extraordinária expressão publicitária desse ícone do cinema português e mundial, Balas e Bolinhos III: Até fico paneleiro dos olhos!

Jovens, vão estudar, que é para isso que os vossos paizinhos se esfalfam a trabalhar todos os dias, muitas vezes deixando de comer para vos poderem proporcionar "educação superior".

Deixem-se de merdas, as praxes não servem para absolutamente nada, são uma prática vexatória de nível neandertal que em nada de positivo contribui para a vida de quem quer que seja.

Integração? Conhecer novos colegas? Divertir-se?

Faço tudo isso bem longe das praxes: Vou jantar com o pessoal, bebemos uns copos, conversamos, faço meia dúzia de palhaçadas, salto, rebolo, canto e danço! No final somos todos amigos, ninguém se magoou, ninguém se sentiu humilhado, toda a gente se divertiu e foi para casa satisfeita.

O resto? É paisagem.

Companheiros de Aventura


Mais raro do que lerem uma crítica musical escrita por mim, só o facto de se tratar de uma crítica/análise/recomendação de um álbum português, cantado por portugueses na lindíssima língua que Camões "inventou" e certos indivíduos querem agora "desinventar" (mas isso é outra conversa).

Pois bem, eis uma parte de mim que se retrata: quando achava ser já impossível voltar a ouvir algo que me despertasse, eis que surge, "Companheiros de Aventura", o mais recente trabalho a solo em que Tim, vocalista dos Xutos & Pontapés, tem o prazer de contar com a participação (tal como o título do álbum sugere) de alguns ilustres companheiros, como Rui Veloso, Vitorino ou Celeste Rodrigues (sim, a velhota irmã da defunta rainha do fado, quem diria que eu algum dia iria, não só suportar, como ADORAR um tema em que a sua voz é, e face a redundância, rainha)...

O Amor (sem se saber bem porquê), é pura e simplesmente, um dos temas simultaneamente mais simples e mais tocantes que algum dia ouvi cantado na nossa língua, e vale, só por si, o dinheiro que pedem pelo álbum (sim, comprem, é dos poucos que vale a pena)...

Mas não é o único.

A versão da música "Adeus Ó Serra da Lapa" (que esteve ali ao lado em reprodução automática durante uns bons dias), original de Zeca Afonso, é também um must, sendo que duas vozes tão distintas como as do Tim e do Vitorino se fundem numa harmonia quase perfeita, apenas ao alcance dos grandes.

Não descurando as outras (todas elas extremamente bem conseguidas, coisa rara num álbum maioritariamente comporto por covers), são essas as duas que me fizeram escrever este post.

Nunca coloquei o Tim no restrito grupo de elite da música nacional, ou pelo menos, no topo do mesmo (Zeca Afonso, António Variações, Rui Veloso, Jorge Palma e Sérgio Godinho são os meus monstros sagrados), mais não seja pela crescente regressão musical da sua banda (mais uma das que se renderam à inevitabilidade dos números, em prejuízo da qualidade)...

Mas depois de ouvir o álbum três ou quatro vezes, rendo-me à evidência: este senhor ainda sabe o que é fazer música a sério, e por isso, lhe presto daqui a minha homenagem.

Bravo, Tim.

Venham mais destes...

O Mundial "Por Um Óculo"


A propósito da inqualificável, inadjectivável lista de seleccionados pelo nosso grande pastor moçambicano, que se porá a caminho de umas (i)merecidas férias na África do Sul, e da qual regressará no final dos três primeiros jogos, com zero pontos, e no máximo, um ou dois golos marcados (estou a ser optimista, atenção, até no facto de presumir que vai existir mundial, e que toda a gente vai chegar inteira a casa para contar a história...), fica uma lista daqueles que seriam, na minha humilde opinião, os mais dignos, e os melhor preparados para representar PORTUGAL nesse grande evento futebolístico que se aproxima.

Treinador: Humberto Coelho

Titulares:

Quim (Melhor Guarda-Redes PORTUGUÊS da actualidade, sem sombra de dúvidas);

Fábio Coentrão (o extremo que melhor joga à defesa em Portugal);
Ricardo Carvalho;
Bruno Alves (yah...);
Ruben Amorim (alguém me sugere um defesa-direito português, de raiz, que tenha feito melhor temporada do que este polivalente?);

Miguel Veloso (um dos melhores jovens trincos da actualidade);
João Moutinho (melhor médio português, a quilómetros);
Nani (melhor jogador PORTUGUÊS da actualidade);
Simão (já meio podriqueiro, mas ainda muito útil);

C. Ronaldo (no comments);
Yannick Djaló (jovem, talentoso, e em grande forma neste final de temporada).


Ora, faltam 12, vamos lá ver...

GR: Hilário (experiência em caso de necessidade) e Rui Patrício (juventude para 3º GR);

Defesas: Miguel, Paulo Ferreira, Fernando Meira, e... hum... sei lá, Zé Castro?

Médios: Carlos Martins, Tiago, Raul Meireles, Danny (só pela polivalência, em caso de necessidade);

Avançados: Hugo Almeida e Makukula (melhor marcador do campeonato grego, em plena forma, podia ser muito útil nos últimos 20/25 minutos).


E pronto. Como vêm, gostos são gostos, e eu gostava muito que o nosso país fosse condignamente representado, por atletas NACIONAIS, comandados por treinadores que sabem o que fazem, adeptos do futebol-espectáculo... Mas infelizmente eu não mando nada, e por essa razão e todas as outras, ficarei contente quando vierem "com a da mãe às costas", pois muito me admiraria se assim não fosse, pois serei o primeiro a dar a mão à palmatória, se assim não for. :)

Cumprimentos futebolísticos!