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Gorilossauros do Rock


Escrever um post sobre uma banda que no geral nunca me disse grande coisa, pese embora tenha alguns temas que adoro, era algo impensável para mim, até ouvir essa (nova) música que se encontra aí na sidebar. 

É que, fazer um som destes, depois de 50 anos de carreira, não deve estar ao alcance de muitos! Aliás duvido muito que volte a existir um caso assim na história da música. 

Pedregulhos rolantes, meus caros velhotes charrados e alcoólatras, tiro-vos o meu chapéu! 

Desculpa-se pela senilidade, todo o ridículo que envolve o título, a artwork e a promoção do novo álbum, que eu traduzo como um "epah andamos aqui há 50 anos, somos podres de ricos e já não temos nada a provar, podemos fazer o que nos apetecer e quem não gostar que se foda"... E a verdade é que nada disso interessa, quando o que realmente conta tem a mesma (ou ainda mais) qualidade de sempre!

Se for para continuar assim, venham mais, muitos mais!!!

Algumas das Que Mais Ouvi em 2011

Boas ideias dos meus caros companheiros de escrita... Eis algumas das músicas que mais ouvi em 2011. ;)


ThanatoSchizO - Sublime Loss (Origami Version)




dEUS - Keep You Close




Anathema - Dreaming Light




The National - Fake Empire




Sung-Bong Choi - Nella Fantasia




Alcest - Écailles De Lune (Part I)




Deftones - Diamond Eyes




Cascadeur - Meaning




Rodrigo Leão - Sleepless Heart

Companheiros de Aventura


Mais raro do que lerem uma crítica musical escrita por mim, só o facto de se tratar de uma crítica/análise/recomendação de um álbum português, cantado por portugueses na lindíssima língua que Camões "inventou" e certos indivíduos querem agora "desinventar" (mas isso é outra conversa).

Pois bem, eis uma parte de mim que se retrata: quando achava ser já impossível voltar a ouvir algo que me despertasse, eis que surge, "Companheiros de Aventura", o mais recente trabalho a solo em que Tim, vocalista dos Xutos & Pontapés, tem o prazer de contar com a participação (tal como o título do álbum sugere) de alguns ilustres companheiros, como Rui Veloso, Vitorino ou Celeste Rodrigues (sim, a velhota irmã da defunta rainha do fado, quem diria que eu algum dia iria, não só suportar, como ADORAR um tema em que a sua voz é, e face a redundância, rainha)...

O Amor (sem se saber bem porquê), é pura e simplesmente, um dos temas simultaneamente mais simples e mais tocantes que algum dia ouvi cantado na nossa língua, e vale, só por si, o dinheiro que pedem pelo álbum (sim, comprem, é dos poucos que vale a pena)...

Mas não é o único.

A versão da música "Adeus Ó Serra da Lapa" (que esteve ali ao lado em reprodução automática durante uns bons dias), original de Zeca Afonso, é também um must, sendo que duas vozes tão distintas como as do Tim e do Vitorino se fundem numa harmonia quase perfeita, apenas ao alcance dos grandes.

Não descurando as outras (todas elas extremamente bem conseguidas, coisa rara num álbum maioritariamente comporto por covers), são essas as duas que me fizeram escrever este post.

Nunca coloquei o Tim no restrito grupo de elite da música nacional, ou pelo menos, no topo do mesmo (Zeca Afonso, António Variações, Rui Veloso, Jorge Palma e Sérgio Godinho são os meus monstros sagrados), mais não seja pela crescente regressão musical da sua banda (mais uma das que se renderam à inevitabilidade dos números, em prejuízo da qualidade)...

Mas depois de ouvir o álbum três ou quatro vezes, rendo-me à evidência: este senhor ainda sabe o que é fazer música a sério, e por isso, lhe presto daqui a minha homenagem.

Bravo, Tim.

Venham mais destes...

Cows Go Moo When They Poo

Para não variar, tenho lido, visto, e ouvido uma imensidão de parvoíces, idiotices, patetices, neste muy nobre mundo virtual que cada vez me espanta mais (ou não)...
Mas este tinha mesmo que vir aqui parar.
Parte tudo...
Ora vejam...



NO COMMENTS!

Better Off Alone


Sou só eu, ou mais alguém acha que esta é uma das bandas mais originais e interessantes do momento? De lamentar, apenas, o desconhecimento por parte do grande público. Ainda só lançaram dois álbuns, mas não tenho dúvidas que, a continuar assim, o mainstream será uma realidade muito em breve.

Trabalho de Equipa


Impagável... E imperdível. Ora vejam... (Obrigado ao amigo Guilhermino dos TSO pela "descoberta").

Libertango


E eis senão quando, assim do nada, a constatação:
Nem tudo é negro, no panorama musical nacional!
E ainda que não sejam propriamente originais, apraz-me apenas dizer:

Bravo!

Liebe Ist Für Alle Da



Não é mesmo para todos, este pornográfico amor (maioritariamente) alemão.

Till Lindemann a cantar em francês? Ah oui... C'est vrai!

O tão badalado "álbum mais pesado dos Rammstein até à data" não passa de uma mera incursão destes grandes músicos, por sonoridades mais comerciais e (ainda mais) ousadas, num registo que, claramente, é uma desilusão para os fãs mais hardcore, como é o meu caso.

Mas também compreendo que, depois de atingir um determinado nível, banda nenhuma consiga superar-se.
Reise Reise e Rosenrot foram o culminar de uma grande carreira, dois álbuns notáveis que elevaram os Rammstein a um patamar inigualável e insuperável, mesmo para si próprios. Tudo o que venha posteriormente é susceptível de provocar nos seus seguidores, a mesma reacção de desagrado que eu tive depois de ouvir o álbum pela primeira vez.

E se é um facto que este "não entra" à primeira, não é menos verdade que uma réstia da velha empatia de sempre só surge depois de o ouvirmos quatro ou cinco vezes, e só nessa altura é que poderemos dar o veredicto final.

O tema que dá nome ao álbum é, a meu ver, o melhor de todos. Pesado e frenético como só eles sabem fazer,
Liebe Ist Fur Alle Da é seguido de perto por Rammlied, e são essas, a par de Rotter Sand, que merecem o meu destaque (o assobio Kill-Billesco fica mesmo no ouvido...).

Quanto à pior, e apesar de a melodia não ser má...
Fruhling In Paris. Um alemão a cantar em espanhol (Te Quiero Puta) pode resultar, mas em francês... Não, não e não.

(Errei na previsão que fiz no Blitz, sobre a probabilidade de
Pussy ser a pior música do álbum... Não é, e isso diz muito sobre a qualidade global, a meu ver.)

Overall... 6/10

O Amor É Para Todos (Preview)


Já tem cover, o primeiro single está por horas, e eu nem acredito que ainda falta tanto tempo para chegar o mês de Outubro! Se não morrer de ansiedade, morro de desilusão, ou então, como habitualmente a cada 3 ou 4 anos, deleitar-me-ei com o provável álbum do ano, ou não nos habituasse assim tão (bem) mal esta banda de outro planeta... Espero (e desespero) para ver (e ouvir)!

Shot In The Back Of The Head


Está bom, este novo álbum. O primeiro grande álbum deste grande artista, neste século, e o melhor desde Play.

Bravo.

Nýja Lagið

NOTA: Sempre que desejem parar a música de fundo do blog, por exemplo para ouvir a dos vídeos que aqui coloco, ou simplesmente porque não gostam das minhas escolhas, basta clicarem no botão de pausa do player, que se encontra logo no topo da sidebar direita da página. Hoje não precisarão de o fazer, visto eu ter tirado o autoplay, mas de futuro não será assim.
Por ser demasiado óbvio este procedimento, esta é a primeira e última vez que irei referir este assunto.

Até breve.